Resumo C++

Clique aqui


Estruturas de decisão e repetição.

Algumas vezes nos nossos programas precisamos tomar decisões no andamento do algoritmo. Essas decisões interferem no andamento do programa. Iremos ver estrutura de decisão e de repetição.

Comando de Decisão SE

A estrutura de decisão SE vem acompanhada de um comando, seja uma mensagem ou um cálculo.  Veja um exemplo com testando a média de um aluno:

Se media>=5 entao

Escreval(“Aluno aprovado”)

Fimse

A mensagem “Aluno aprovado” só aparecerá caso a média seja maior ou igual a 5. E se for menor? Aparece alguma mensagem? De acordo com a estrutura acima, não, mas podemos implementar o SENÃO.

Se media>=5 entao

Escreval(“Aluno aprovado”)

Senao

Escreval(“Aluno reprovado”)

Fimse

Acima, se a média for maior ou igual a 5, mostrará a mensagem “Aluno aprovado”. Senão, mostrará a mensagem “Aluno reprovado”.

No lugar da mensagem, poderíamos ter um cálculo. Como por exemplo:

Se Salario>=1000 entao

Desconto<- 10%

Senao

Desconto<-20%

Fimse

Preço<-valor-(valor*desconto)

Acima, se o salário for maior que 1000, o desconto será de 10%, se não for maior, o desconto será 20%


Configurando PROMPT e ALIAS permanente

Olá pessoal, vou postar aqui uma contribuição de uma amiga.

Configurando PROMPT e ALIAS permanente

Todos sabem que quando os aliases são criados, logo que a sessão é encerrada eles se encerram também. Uma forma de fazer com que eles fiquem permanentes é anexando-os em um arquivo que se inicia assim que uma sessão é aberta. Dois arquivos que podem ser feito isso, por exemplo, é o .login e .cshrc. Este segundo, ao editá-lo verão que alguns aliases já até existem por padrão.

Para visualizar estes arquivos deve-se estar em seu diretório padrão. Por exemplo:

/home/<seu_nome>

Nele digitar: ls -a (para visualizar os arquivos ocultos).

Localizando o arquivo especificado, basta editá-lo com algum editor, por exemplo:

nedit <nome_arquivo>

Figura 1 - Arquivo .login editado

Em seguida é só adicionar os aliases desejados no final do arquivo, por exemplo, podemos adicionar estes:

alias n nedit

alias h history

alias x ‘xhost +’

alias s ‘setenv DISPLAY’

alias c clear

alias l ls -ltr

alias g grads

alias a acrobat

alias t telnet

alias m more

alias unzip /rede/unzip/unzip

Logicamente, devem-se adicionar os que forem convenientes para cada um.

Depois que as linhas foram adicionadas, basta salvar o arquivo (Ctrl+S atalho para salvar). E no Konsole (prompt) deve ser executado este comando: source <nome_do_arquivo>, que neste exemplo ficaria assim:

source .login (este comando serve para disponibilizar as atualizações no shell corrente, sem necessitar fechar e abrir um outro konsole).

——————————————————————-

A parte de configuração do prompt é mais por opção de deixar mais “bonito” e visível o caminho que estamos no momento.

Dentro do mesmo arquivo (.login), temos a declaração desta variável:

set prompt=”`hostname`> “

O valor hostname é a máquina que o usuário está conectado (servidor, no caso). Sendo que a todo o momento aparecerá à mesma coisa (o nome do hostname). Para sabermos em qual diretório estamos teríamos que executar o comando pwd.

Se adicionarmos estes comandos (este exemplo é só uma forma, existem outras formas e com diferentes parâmetros):

set system=`hostname -s` #pegará só a primeira parte do hostname

set nome=”NOME” #Um nome qualquer, pode ser o nome da sua empresa, por exemplo

set prompt=”`tput colf0“tput bold`(${nome})(${system}):`tput bold` $cwd => `tput colf0`” #Deixa em negrito os nomes e o caminho

alias cd ‘cd \!^; set prompt=”`tput bold`(${nome})${system}:`tput bold` $cwd =>`tput colf0`”‘ #Em seguida um alias é criado para o comando cd, para que toda vez que mudar de diretório continuar a configuração que desejar

set history=1200 #esta linha pode ser adiciona para criar uma lista dos comandos que você está utilizando na sessão atual, com isto quando apertarmos as setas (cima, baixo) os comando digitados aparecerão

A figura 2 e 3 mostra, respectivamente, como ficou o arquivo .login e como ficará a configuração que foi colocada:

Figura 2 – Arquivo .login com as configurações

Figura 3 – Resultado Final

Segue um link com explicação para o comando tput, onde pode-se fazer outras combinações além de deixar em negrito:

http://tldp.org/HOWTO/Bash-Prompt-HOWTO/x405.html

Criado por :

Mélory Mônie de Souza Zolino

Contato:

melorymonie@hotmail.com


Resolvendo o Vírus Orkut “Pegadinho do Malandro,rs”

Pessoal, nesta manhã tive uma surpresa.

Meu orkut estava meio estranho, não entrava na página de recados. A página travava e na barra de títulos do navegador, aparecia a mensagem “Pegadinha do Malandro,rs”. Também mandou uma mensagem com a Bandeira do Brasil e me colocou numas comunidades estranhas, uma delas, coloco a imagem abaixo.

Fique atento, eu só cliquei na página de recados para acontecer esse fato.

Resolução “possível”

Eu recebi um recado com a mensagem “Bom sábado”, apaguei essa mensagem, exclui as comunidades que apareceram na minha lista, deletei a mensagem com a Bandeira do Brasil e minha página de recados voltou a normal.

Passe o antivírus, limpe o cache, e vamos aguardar informações da Google.


Vídeo Aula Criação de Índices (Sumário) no Word 2003


Correção dos exercícios de lógica

Olá 8ª Série! Cliquem abaixo para a correção dos exercícios da semana passada.

Na próxima quarta, dúvidas, explicações e mais exercícios.

Correção dos exercícios do dia 25 de agosto – Clique aqui

Até breve!


Lógica de Programação – Introdução

Algoritmos

Um algoritmo é uma sequência lógica e ordenada de passos para a realização de uma tarefa.  Algoritmos não nasceram com a computação, mas existem algoritmos para várias áreas do conhecimento.  Nas nossas vidas podemos aplicar algoritmos. Vamos montar um exemplo para um algoritmo para troca de uma lâmpada:

Pegar uma escada;

Levar a escada no local da lâmpada;

Subir na escada;

Retirar a lâmpada;

Colocar a nova lâmpada;

Descer da escada;

Guardar a escada;

Este é só um exemplo de algoritmo. Você poderia sugerir várias outras situações como “Girar a lâmpada em sentido anti-horário para retirar a lâmpada”.

Começando a pensar na linguagem de computador, temos os algoritmos conhecidos como pseudo-código , que chamaremos de algoritmos, da mesma forma, para não complicar o entendimento.

Desta forma, vamos conhecer um simples algoritmo de calculo de dois valores, exibindo o resultado no final.

Início

Escreval(“Entre com o 1º valor”)

Leia(n1)

Escreval(“Entre com o 2º valor”)

Leia(n2)

Soma<-n1+n2

Escreval(Soma)

Fim

Início e Fim mostram onde o programa começa e onde ele termina. A execução do programa deve estar escrito dentro do Início e Fim. Escreval e leia são comandos. Escreval exibe uma mensagem na tela. Leia é o comando para o programa receber uma informação.

Aí você pensa: E n1 e n2? E soma? São denominadas as variáveis os locais na memória do computador onde é armazenado um valor. Variável porque são campos em que os valores podem ser alterados a qualquer momento. E pra que precisamos delas? Não poderia simplesmente digitar e calcular?

A resposta é não. Precisamos da variável para guardar este “valor” até o momento que o programa vá utilizá-la novamente. Entenda variável como um recipiente. Se você quer fazer um Toddy, precisa de um recipiente para colocar leite, e outro, pra colocar o achocolatado em pó. O recipiente do leite é a caixinha, do achocolatado pode ser uma lata. Preciso de outro recipiente para fazer a mistura, um copo.

Se fossemos “visualizar” essa mistura, em lógica, seria assim:

Copo<-leite+achocolatado

No nosso caso, voltando para o algoritmo, precisamos “criar” as variáveis antes de usá-las. Não podemos simplesmente sair criando variáveis no meio do programa da nossa vontade. O programa não é capaz de entender qualquer palavra que você digite na sua execução, você, antes precisa criá-las ou, em termos técnicos, “declará-las”.

Assim, nosso programa de cálculo ficaria assim:

Algoritmo “soma”

Var

Soma, n1,n2: inteiro

Início

Escreval(“Entre com o 1º valor”)

Leia(n1)

Escreval(“Entre com o 2º valor”)

Leia(n2)

Soma<-n1+n2

Escreval(Soma)

Fim

Tipos

Uma variável precisa de um tipo. Ou seja, esta variável pode ser um texto, pode ser um número, e cada tipo tem sua importância. Temos os tipos principais:

Literal : textos, palavras, caracteres.

Inteiro: números inteiros.

Real: número decimal

No nosso programa, a partir de var é a seção de declaração de variáveis do algoritmo.

Var

Total, n1,n2: inteiro

Que também poderíamos declarar estas variáveis da seguinte forma:

Var

Total:inteiro

N1:inteiro

N2:inteiro

Se houvesse uma variável para textos:

Var

Nome:literal

Nota:real

Lembrando que real é para números decimais.

Em breve novo post sobre tipos de variáveis e mais assuntos.

EXERCÍCIOS – 25 / 08 / 2010

Exercícios de aula

A)     Exibir o quadrado de um valor

B)      Mostrar o nome de um produto, preço, quantidade e total

C)      Determine a soma de três números

D)     O sistema deve pedir o nome e o ano de nascimento. No final exibir o nome e a idade da pessoa

E)      Receber três valores e mostrar a média dos números

F)      Calcular o delta, para a fórmula delta=b2 – 4ac